«Há universidades a implementar planos extraordinários de regularização de propinas em atraso. Na UMinho, o valor a receber ronda os dois milhões de euros. Na UTAD, dos sete mil alunos, três mil são bolseiros e têm um plano especial de pagamento em dez prestações.
É norma geral que os alunos com propinas em atraso não têm as notas afixadas e, consequentemente, não podem matricular-se.
Na Universidade do Minho, o Conselho Geral da UMinho deu poderes ao reitor para implementar o plano que prevê o pagamento faseado das propinas em atraso.» Ler no Jornal de Notícias.
Na Universidade do Minho, o Conselho Geral da UMinho deu poderes ao reitor para implementar o plano que prevê o pagamento faseado das propinas em atraso.» Ler no Jornal de Notícias.
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