A agitação voltou ao mercado editorial português. Insatisfeitas com o silêncio da associação representativa do sector no processo que determinou o aumento do IVA sobre os livros, várias editoras e distribuidoras acusam a APEL de estar rendida aos grandes grupos.
A recente subida em 20% do IVA aplicado sobre os livros (de 5% para 6%) voltou a deixar a descoberto as profundas divisões que rodeiam os membros do sector, disfarçadas nos últimos tempos após a fusão associativa.» Ler no Jornal de Notícias.
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