«Cinco anos depois da morte, Eugénio de Andrade está no centro de uma disputa entre a Fundação e os herdeiros.
Foi numa manhã de Junho, faz hoje cinco anos, que o poeta Eugénio de Andrade abandonou a vida, que não se cansou de exaltar. Numa espécie de ímpeto visionário o próprio escreveu num poema:"Pela manhã de Junho é que eu iria/ pela última vez." Se há cinco anos se extinguia o corpo do poeta, hoje é a Fundação que criou que está à beira da extinção e a obra "à beira do esquecimento", na opinião de José Cruz Santos, o mais antigo editor de Eugénio.» Ler no Diário de Notícias.
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